O QUE VALE MAIS A PENA: CONSÓRCIO OU FINANCIAMENTO?

O QUE VALE MAIS A PENA: CONSÓRCIO OU FINANCIAMENTO?

É chegada a hora de dar um grande passo na sua vida: a compra de um carro ou de um imóvel. Inclusas no sonho da maioria dos brasileiros, essas conquistas demandam, na maioria das vezes, um planejamento financeiro para evitar o endividamento sem limites. Nesse momento, são perguntas frequentes dos consumidores: O que é mais vantajoso? Qual é a menor taxa de juros? A resposta é uma comparação entre as duas modalidades de compra: consórcio e financiamento. Entenda porque a primeira delas sempre vale mais a pena.

Carro

Entrar em uma concessionária, fechar um financiamento e sair dirigindo seu carro é ótimo, mas tem um preço (bem salgado). Especialistas avaliam que o financiamento só deveria ser cogitado nos casos em que a pessoa realmente precisa do automóvel no ato. Já o consórcio segue conquistando novas adesões, por conta do baixo custo: não há juros, apenas uma taxa de administração de 0,25% ao mês, em média.

Para se ter uma ideia, o número de participantes ativos no segmento de veículos leves, que inclui carros de passeio, aumentou cerca de 25% em um ano, segundo dados da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcio (Abac).

O consorciado, para ser contemplado com uma carta de crédito no valor do automóvel, precisa ser sorteado ou efetuar lance mais alto que os outros participantes, de acordo com as regras da administradora.

Imóvel

No caso da compra de um imóvel, o consórcio continua sendo a forma mais econômica de adquirir um bem, que também pode ser obtido de forma parcelada e sem juros. Ao ser contemplado, com o dinheiro do consórcio em mãos, o consorciado pode pagar o imóvel à vista e, quem sabe, até conseguir um preço melhor. Além disso, quem contribui para um consórcio não paga juros, somente taxas administrativas.

Cada instituição é livre para fixar o percentual que será cobrado, por isso vale uma pesquisa antes de fechar negócio. As parcelas são reajustadas de acordo com os critérios estabelecidos no contrato. Esse valor pode ser alterado com base nas variações do preço do produto sugerido pelo fabricante ou de um determinado índice, como o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC), entre outros.

1 Comment
  • admin
    A WordPress Commenter
    Posted at 12:36h, 09 março Responder

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